"O mal é o bem em formação, o que ainda não está pronto. Não corrija o mal. aumente o bem. Ele absorverá o mal que existe ao seu redor."
O trecho acima, relatado por um grupo de jovens húngaros durante a Segunda Guerra Mundial, exprime o propósito mais profundo da criação deste blog, e talvez ainda nem atingido plenamente. O jornalismo brasileiro insiste em gritar apenas quando vê o mal, para que algo seja feito, "olhem como somos vítimas, alguém precisa fazer alguma coisa". Entretanto, jornalismo pode ser e fazer muito mais pela comunidade.
Aumentar o bem, neste caso, seria pautar e noticiar mais ações positivas, afinal elas existem! Informar como fazer, porque fazer...Com o passar dos tempos, a atmosfera e a postura mental dos indivíduos passará a enxergar o mundo mais positivamente. O jornalismo também pode contribuir para esta transformação natural.
É como se estivessemos ainda na idade média, enxergando a dualidade plena: claro-escuro, frio-quente, bom-mal...Há muito mais além. Está na hora de entender que o foco das informações divulgadas interfere na mente, na sociedade e na vida das pessoas.
Pense nisso.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
CARREFOUR, COCA-COLA BRASIL, TETRA PAK E INSTITUTO AKATU UNEM-SE PELO CONSUMO CONSCIENTE E RECICLAGEM
Parceria inédita mobilizará indústria, fornecedores, organizações da sociedade civil e consumidores.
Promoção mostrará ao público as diversas aplicações pós consumo das embalagens Tetra Pak. Ação beneficiará cooperativas, gerando renda para catadores.
Carrefour, Coca-Cola Brasil, Tetra Pak e Instituto Akatu se unem em uma promoção inovadora para estimular o consumo consciente. A partir do dia 12 de abril, por três meses, os consumidores que levarem as embalagens Tetra Pak de sucos Del Valle a uma das 10 lojas do Carrefour que participam da ação em São Paulo receberão R$ 0,30 de desconto na compra de um outro suco Del Valle. Todas as embalagens coletadas serão doadas, beneficiando diretamente cooperativas e gerando renda para os catadores.
Além de estimular o engajamento da sociedade no processo de coleta seletiva e reciclagem, o esforço reforçará para o público o valor das embalagens no retorno à cadeia produtiva. Em cada loja, haverá ainda a demonstração do processo de reciclagem, feita pela Tetra Pak.
"Acreditamos na força da cooperação entre indústria, fornecedores, organizações da sociedade civil e consumidores para alavancar ainda mais os índices de reciclagem no Brasil, que atualmente já ocupa posição de destaque no cenário mundial", afirma Hélio Mattar, presidente do Instituto Akatu.
Segundo José Borda, Gerente Geral de Clientes e Liderança Comercial da Coca-Cola Brasil, "A marca Del Valle, como líder da categoria de sucos, tem o papel de fomentar um ciclo perfeito de aproveitamento dos resíduos, de maneira que, processados adequadamente, retornem à cadeia produtiva como insumos, protegendo o meio ambiente".
Para Paulo Pianez, diretor de Sustentabilidade do Carrefour, "a iniciativa é mais uma importante contribuição para estimular a reciclagem de resíduos sólidos pela população e se soma às diversas ações que a rede já realiza na área, focadas na promoção de um consumo mais consciente e sustentável".
Lojas Carrefour participantes:
1)Pinheiros
2)Pamplona
3)Morumbi
4)São Vicente
5)Santos
6)Santos Praiamar
7)Cambuci Lion
8)Campinas D. Pedro
9)Piracicaba
10)Campinas Dunlop
Instituto Akatu pelo Consumo Consciente
Criado em 15 de março de 2001 (Dia Mundial do Consumidor) no âmbito do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, é uma organização não governamental sem fins lucrativos que mobiliza a sociedade para o consumo consciente. A palavra "Akatu" vem do tupi e significa, ao mesmo tempo, "semente boa" e "mundo melhor", traduzindo a idéia de que o mundo melhor está contido nas ações de cada indivíduo. Para o Instituto Akatu, o ato de consumo deve ser um ato de cidadania, por meio do qual qualquer consumidor pode contribuir para um mundo melhor. O consumidor consciente busca o equilíbrio entre a sua satisfação pessoal, a preservação do meio ambiente e o bem-estar da sociedade, refletindo sobre o que consome e prestigiando empresas comprometidas com a responsabilidade social.
Promoção mostrará ao público as diversas aplicações pós consumo das embalagens Tetra Pak. Ação beneficiará cooperativas, gerando renda para catadores.
Carrefour, Coca-Cola Brasil, Tetra Pak e Instituto Akatu se unem em uma promoção inovadora para estimular o consumo consciente. A partir do dia 12 de abril, por três meses, os consumidores que levarem as embalagens Tetra Pak de sucos Del Valle a uma das 10 lojas do Carrefour que participam da ação em São Paulo receberão R$ 0,30 de desconto na compra de um outro suco Del Valle. Todas as embalagens coletadas serão doadas, beneficiando diretamente cooperativas e gerando renda para os catadores.
Além de estimular o engajamento da sociedade no processo de coleta seletiva e reciclagem, o esforço reforçará para o público o valor das embalagens no retorno à cadeia produtiva. Em cada loja, haverá ainda a demonstração do processo de reciclagem, feita pela Tetra Pak.
"Acreditamos na força da cooperação entre indústria, fornecedores, organizações da sociedade civil e consumidores para alavancar ainda mais os índices de reciclagem no Brasil, que atualmente já ocupa posição de destaque no cenário mundial", afirma Hélio Mattar, presidente do Instituto Akatu.
Segundo José Borda, Gerente Geral de Clientes e Liderança Comercial da Coca-Cola Brasil, "A marca Del Valle, como líder da categoria de sucos, tem o papel de fomentar um ciclo perfeito de aproveitamento dos resíduos, de maneira que, processados adequadamente, retornem à cadeia produtiva como insumos, protegendo o meio ambiente".
Para Paulo Pianez, diretor de Sustentabilidade do Carrefour, "a iniciativa é mais uma importante contribuição para estimular a reciclagem de resíduos sólidos pela população e se soma às diversas ações que a rede já realiza na área, focadas na promoção de um consumo mais consciente e sustentável".
Lojas Carrefour participantes:
1)Pinheiros
2)Pamplona
3)Morumbi
4)São Vicente
5)Santos
6)Santos Praiamar
7)Cambuci Lion
8)Campinas D. Pedro
9)Piracicaba
10)Campinas Dunlop
Instituto Akatu pelo Consumo Consciente
Criado em 15 de março de 2001 (Dia Mundial do Consumidor) no âmbito do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, é uma organização não governamental sem fins lucrativos que mobiliza a sociedade para o consumo consciente. A palavra "Akatu" vem do tupi e significa, ao mesmo tempo, "semente boa" e "mundo melhor", traduzindo a idéia de que o mundo melhor está contido nas ações de cada indivíduo. Para o Instituto Akatu, o ato de consumo deve ser um ato de cidadania, por meio do qual qualquer consumidor pode contribuir para um mundo melhor. O consumidor consciente busca o equilíbrio entre a sua satisfação pessoal, a preservação do meio ambiente e o bem-estar da sociedade, refletindo sobre o que consome e prestigiando empresas comprometidas com a responsabilidade social.
terça-feira, 23 de março de 2010
Empresa blumenauense de soluções em TI implanta caixas de coleta e incentiva colaboradores a participarem
A iniciativa visa coletar remédios sem uso que seriam descartados sem o cuidado adequado, correndo o risco de contaminar o ambiente. A partir de segunda-feira (22/03) serão disponibilizadas caixas de coleta na HBSIS e os medicamentos arrecadados serão enviados à Secretaria de Saúde. Os que puderem ser aproveitados serão encaminhados para doação por meio da farmácia solidária. Os medicamentos sem condições de uso serão incinerados dentro das normas para evitar a contaminação do ambiente. Além de envolver os colaboradores, a HBSIS irá estender a ação para as demais empresas localizadas no edifício George Buatin, na Rua Ângelo Dias, em Blumenau (SC), sede da empresa.
Em 2009, a HBSIS já participou da Campanha para Coleta de Medicamentos promovida pela Casa da Amizade e a adesão dos funcionários foi ampla. “Este ano a ação será contínua e queremos engajar também as empresas vizinhas; esperamos mobilizar as pessoas para terem ações ecologicamente corretas e socialmente responsáveis em seu dia a dia. Esta é apenas uma das ações que estão previstas em nosso calendário verde para 2010”, destaca a relações públicas da HBSIS, Daniela Viek.
Mais informações sobre a doação de medicamentos podem ser obtidas no site www.doeremedios.org.br.
Em 2009, a HBSIS já participou da Campanha para Coleta de Medicamentos promovida pela Casa da Amizade e a adesão dos funcionários foi ampla. “Este ano a ação será contínua e queremos engajar também as empresas vizinhas; esperamos mobilizar as pessoas para terem ações ecologicamente corretas e socialmente responsáveis em seu dia a dia. Esta é apenas uma das ações que estão previstas em nosso calendário verde para 2010”, destaca a relações públicas da HBSIS, Daniela Viek.
Mais informações sobre a doação de medicamentos podem ser obtidas no site www.doeremedios.org.br.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Brasil aumentou em 77% capacidade de geração de energia eólica em 2009
A capacidade de geração de energia eólica no Brasil aumentou 77,7% em 2009, em relação ao ano anterior. Com isso, o país passou a ter uma capacidade instalada de 606 megawatts (MW), contra os 341 MW de 2008. Os dados, divulgados nesta quarta-feira (3) pelo Conselho Global de Energia Eólica (GWEC, na sigla em inglês), mostram que o Brasil cresceu mais do que o dobro da média mundial, que foi de 31%.
O crescimento brasileiro foi maior, por exemplo, que o dos Estados Unidos, que teve aumento de 39%; o da Índia (13%) e o da Europa (16%), mas menor que o da China, cuja capacidade de geração ampliou-se em 107%. O Brasil também cresceu menos do que a média da América Latina, cujo aumento foi de 95%, puxado, em grande parte, pelas expansões de capacidade do México (137%), Chile (740%), da Costa Rica (67%) e Nicarágua (que saiu de zero para 40 MW).
De acordo com a pesquisa, a capacidade da América Latina passou de 653 MW para 1,27 gigawatt (GW ou 1.270 MW), enquanto a capacidade do mundo ampliou-se em 37,5 GW, chegando a 157,9 GW. Em termos absolutos, os Estados Unidos têm uma capacidade de 35 GW, a China, de 25 GW, a Índia, de 11 GW e a Europa, de 76 GW.
O Brasil responde por cerca da metade da capacidade instalada na América Latina, mas representa apenas 0,38% do total mundial. Para o diretor-executivo da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Pedro Perrelli, o desenvolvimento do parque eólico do país só não é maior porque o Brasil tem muita capacidade hidrelétrica instalada e potencial.
Segundo ele, apesar disso, o Brasil tem ainda muito terreno para crescer na energia eólica. "A energia eólica é importante, porque ela é complementar a esse potencial hidráulico. Inclusive porque ela não consome água, que é um bem cada vez mais escasso e vai ficar cada vez mais controlado", disse Perrelli.
De acordo com a ABEEólica, a capacidade instalada de energia eólica no Brasil deve crescer ainda mais nos próximos anos. Isso porque um leilão realizado no ano passado comercializou 1.805 MW, que devem ser entregues até 2012.
Fonte: Folha Online: http://tinyurl.com/yavfn2n
O crescimento brasileiro foi maior, por exemplo, que o dos Estados Unidos, que teve aumento de 39%; o da Índia (13%) e o da Europa (16%), mas menor que o da China, cuja capacidade de geração ampliou-se em 107%. O Brasil também cresceu menos do que a média da América Latina, cujo aumento foi de 95%, puxado, em grande parte, pelas expansões de capacidade do México (137%), Chile (740%), da Costa Rica (67%) e Nicarágua (que saiu de zero para 40 MW).
De acordo com a pesquisa, a capacidade da América Latina passou de 653 MW para 1,27 gigawatt (GW ou 1.270 MW), enquanto a capacidade do mundo ampliou-se em 37,5 GW, chegando a 157,9 GW. Em termos absolutos, os Estados Unidos têm uma capacidade de 35 GW, a China, de 25 GW, a Índia, de 11 GW e a Europa, de 76 GW.
O Brasil responde por cerca da metade da capacidade instalada na América Latina, mas representa apenas 0,38% do total mundial. Para o diretor-executivo da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Pedro Perrelli, o desenvolvimento do parque eólico do país só não é maior porque o Brasil tem muita capacidade hidrelétrica instalada e potencial.
Segundo ele, apesar disso, o Brasil tem ainda muito terreno para crescer na energia eólica. "A energia eólica é importante, porque ela é complementar a esse potencial hidráulico. Inclusive porque ela não consome água, que é um bem cada vez mais escasso e vai ficar cada vez mais controlado", disse Perrelli.
De acordo com a ABEEólica, a capacidade instalada de energia eólica no Brasil deve crescer ainda mais nos próximos anos. Isso porque um leilão realizado no ano passado comercializou 1.805 MW, que devem ser entregues até 2012.
Fonte: Folha Online: http://tinyurl.com/yavfn2n
quinta-feira, 18 de março de 2010
Reciclagem de lixo: Lojistas catarinenses mobilizam-se para conscientizar a população
Em Santa Catarina a cultura da reciclagem está só começando. Alguns passos importantes já foram dados. Campanha Recicla CDL prevê postos de coleta seletiva pelo estado
Diminuir a emissão de lixo e incentivar a coleta seletiva e a reciclagem no dia-a-dia dos catarinenses é a nova bandeira da Federação das CDLs de Santa Catarina (FCDL/SC) com a campanha de conscientização Recicla CDL - Educação ambiental para um futuro melhor. Promovida com o apoio da Fundação do Meio Ambiente (Fatma), a iniciativa prevê além do alerta à preservação da natureza medidas para o recolhimento e destino dos resíduos e produtos recicláveis.
“As 171 CDLs do estado, bem como os lojistas associados, estarão engajados nesta etapa da campanha direcionada à reciclagem de componentes eletrônicos, na maioria das vezes descartados de forma indevida”, ressalta Sergio Medeiros, presidente da FCDL/SC. O dirigente acrescenta que o exemplo virá dos próprios empresários catarinenses que estarão empenhados em reciclar também o lixo dos seus estabelecimentos.
Nesta segunda fase da campanha, iniciada em janeiro, serão instalados postos de coleta pelo estado por meio de parceria com a empresa Compuciclado Reciclagem Ltda, de Florianópolis, responsável pelo recolhimento de computadores, impressoras, placas eletrônicas, processadores, estabilizadores, celulares e baterias.
“Esta é a primeira de inúmeras parcerias que pretendemos firmar para fazer da reciclagem uma cultura entre os catarinenses. A campanha será contínua e ainda terá muitos desdobramentos”, frisa Medeiros.
Para dar força à iniciativa, a FCDL/SC investiu em ações publicitárias com a produção de vídeos, jingles, fôlderes, adesivos, cartazes, entre outras estratégias de divulgação. Interessados em fazer parte deste movimento ou obter mais informações podem entrar em contato pelo e-mail relacionamento@fcdl-sc.org.br ou pelo telefone (48) 3251-5100.
Diminuir a emissão de lixo e incentivar a coleta seletiva e a reciclagem no dia-a-dia dos catarinenses é a nova bandeira da Federação das CDLs de Santa Catarina (FCDL/SC) com a campanha de conscientização Recicla CDL - Educação ambiental para um futuro melhor. Promovida com o apoio da Fundação do Meio Ambiente (Fatma), a iniciativa prevê além do alerta à preservação da natureza medidas para o recolhimento e destino dos resíduos e produtos recicláveis.
“As 171 CDLs do estado, bem como os lojistas associados, estarão engajados nesta etapa da campanha direcionada à reciclagem de componentes eletrônicos, na maioria das vezes descartados de forma indevida”, ressalta Sergio Medeiros, presidente da FCDL/SC. O dirigente acrescenta que o exemplo virá dos próprios empresários catarinenses que estarão empenhados em reciclar também o lixo dos seus estabelecimentos.
Nesta segunda fase da campanha, iniciada em janeiro, serão instalados postos de coleta pelo estado por meio de parceria com a empresa Compuciclado Reciclagem Ltda, de Florianópolis, responsável pelo recolhimento de computadores, impressoras, placas eletrônicas, processadores, estabilizadores, celulares e baterias.
“Esta é a primeira de inúmeras parcerias que pretendemos firmar para fazer da reciclagem uma cultura entre os catarinenses. A campanha será contínua e ainda terá muitos desdobramentos”, frisa Medeiros.
Para dar força à iniciativa, a FCDL/SC investiu em ações publicitárias com a produção de vídeos, jingles, fôlderes, adesivos, cartazes, entre outras estratégias de divulgação. Interessados em fazer parte deste movimento ou obter mais informações podem entrar em contato pelo e-mail relacionamento@fcdl-sc.org.br ou pelo telefone (48) 3251-5100.
Usar esgoto como fertilizante pode ser solução ambiental
Esgoto doméstico pode ser transformado em adubo
Já é possível transformar um problema ambiental em benefício econômico e social para o Brasil. Aproveitar o lodo do esgoto doméstico como fertilizante é realidade em várias cidades brasileiras e do mundo e uma ótima solução para diminuir a poluição de rios e solo das metrópoles.
Para que isso seja possível e não haja riscos de contaminação é necessário um tratamento específico e detalhado com vários processos de limpeza e desintoxicação dessa água. Pesquisas revelam que o lodo do esgoto depois de tratado é perfeitamente aproveitável e possui os nutrientes que as plantações precisam. Além de ajudar ao meio ambiente, o produtor pode economizar na compra de fertilizantes.
O processo se dá na utilização de água não potável, porém livre de sujeiras e poluentes, rica em vitaminas e minerais, o que a tornam própria para irrigação. A grande vantagem dessa técnica é a economia da água potável para outras funções, e o aproveitamento de materiais orgânicos e nutrientes nas plantações, tendo um efeito relevante para a sociedade, meio ambiente e economia do País.
Para o gerente de Tratamento de Água da Argal Química, empresa especializada em tratamento de águas e esgotos, Sergio Belleza, “é necessário que o Brasil se comprometa com atitudes sustentáveis como tratamento de esgotos e aprenda a reutilizar as propriedades nutritivas em áreas rurais e plantações. Atitudes assim são extremamente úteis e importantes para a preservação do meio ambiente e crescimento sustentável da economia”.
Sobre a empresa
A Argal Química é uma das mais tradicionais empresas do segmento de tratamento de águas e efluentes do Brasil. Oferece soluções que garantem às empresas um tratamento adequado de água, que pode gerar economia de 50% em custos ligados a sistemas geradores de vapor e resfriamento. O tratamento inadequado prejudica a troca térmica aumentando significativamente o consumo de energia ou combustível, para tal é necessário estabelecer um programa de tratamento de águas bem definido e bem monitorado.
Entre os procedimentos desenvolvidos pela Argal estão o Tratamento de Águas Industriais, Tratamento de Efluentes, Biotecnologia e Vernizes Gráficos.
Mais informações através do site www.argalquimica.com.br
Já é possível transformar um problema ambiental em benefício econômico e social para o Brasil. Aproveitar o lodo do esgoto doméstico como fertilizante é realidade em várias cidades brasileiras e do mundo e uma ótima solução para diminuir a poluição de rios e solo das metrópoles.
Para que isso seja possível e não haja riscos de contaminação é necessário um tratamento específico e detalhado com vários processos de limpeza e desintoxicação dessa água. Pesquisas revelam que o lodo do esgoto depois de tratado é perfeitamente aproveitável e possui os nutrientes que as plantações precisam. Além de ajudar ao meio ambiente, o produtor pode economizar na compra de fertilizantes.
O processo se dá na utilização de água não potável, porém livre de sujeiras e poluentes, rica em vitaminas e minerais, o que a tornam própria para irrigação. A grande vantagem dessa técnica é a economia da água potável para outras funções, e o aproveitamento de materiais orgânicos e nutrientes nas plantações, tendo um efeito relevante para a sociedade, meio ambiente e economia do País.
Para o gerente de Tratamento de Água da Argal Química, empresa especializada em tratamento de águas e esgotos, Sergio Belleza, “é necessário que o Brasil se comprometa com atitudes sustentáveis como tratamento de esgotos e aprenda a reutilizar as propriedades nutritivas em áreas rurais e plantações. Atitudes assim são extremamente úteis e importantes para a preservação do meio ambiente e crescimento sustentável da economia”.
Sobre a empresa
A Argal Química é uma das mais tradicionais empresas do segmento de tratamento de águas e efluentes do Brasil. Oferece soluções que garantem às empresas um tratamento adequado de água, que pode gerar economia de 50% em custos ligados a sistemas geradores de vapor e resfriamento. O tratamento inadequado prejudica a troca térmica aumentando significativamente o consumo de energia ou combustível, para tal é necessário estabelecer um programa de tratamento de águas bem definido e bem monitorado.
Entre os procedimentos desenvolvidos pela Argal estão o Tratamento de Águas Industriais, Tratamento de Efluentes, Biotecnologia e Vernizes Gráficos.
Mais informações através do site www.argalquimica.com.br
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Saiba como ter um jardim e uma casa ecologicamente corretos
Um jardim bem cuidado, além de embelezar a vizinhança, atrai animais e colabora para a proteção do meio ambiente. Ao cultivar árvores e plantas, é possível contribuir para a melhora dos problemas ambientais enfrentados pelo planeta.
Manter um jardim às vezes parece ser algo caro e que demanda muito tempo. Dedicação sempre é necessário, mas os outros não são pré-requisitos. Tampouco é necessário ser um jardineiro profissional, ou contratar um, para ter o seu próprio recanto verde.
O livro "Como Manter uma Casa e um Jardim Mais Ecológicos", da coleção "50 Formas Inteligente de Preservar o Planeta", traz dicas e informações de como cultivar um jardim de forma ecologicamente correta. Pode ser de forma sustentável, fazendo uma plantação para colher o próprio alimento, ou reutilizando os restos que iriam para o lixo.
Todas as ideias contidas no livro podem ser feitas com materiais encontrados em casa, e muitas vezes sem uso, ou mudanças de hábitos que fazem a diferença. Veja abaixo como reutilizar os restos para adubar o jardim e fazer compostagem para livrar-se dos resíduos do lixo:
Use os restos para alimentar o jardim. Conheça ideias para cuidar da casa e do jardim de forma ecológica
Muitas coisas que jogamos na lata de lixo poderiam ganhar vida nova no jardim.
A maioria dos restos de comida, além de materiais como papelão, podem ser usados em compostagem para melhorar seu solo. E, se você cultiva seus próprios vegetais, pode manter o ciclo em funcionamento devolvendo as cascas ao seu monte de compostagem depois.
Muitos itens domésticos podem ser usados no jardim depois que alcançarem o fim da vida útil em casa. Uma amiga minha usa uma antiga estante de livros como suporte para o pé de morango e dispôs no chão pratos e xícaras quebrados para criar um caminho em volta de sua horta. Junto com uma grande variedade de vasos improvisados (como uma grande sacola de mercado plantada com abobrinhas), esses detalhes dão ao jardim um estilo único e um charme todo particular.
Compostagem
A cada dia mais pessoas estão pegando a febre da compostagem, e a quantidade de resíduos que passam por esse processo no Reino Unido aumentou 35% entre 2004 e 2005. Isso acontece porque ela é uma das atividades ecológicas mais fáceis e gratificantes. Realiza-se um tremendo aproveitamento de lixo, que tem como resultado um produto útil, com um gasto muito pequeno de tempo e esforço. Além das vantagens pessoais de um cesto de lixo com menos cheiro na cozinha e um solo melhor, os benefícios da compostagem para o meio ambiente são enormes.
Você pode pensar que os mesmos processos que ocorrem em sua caixa de compostagem acontecem num depósito de lixo. Mas os aterros não oferecem as condições corretas para a decomposição saudável e oxigenada dos restos orgânicos. Em vez disso, estimulam a deterioração "anaeróbica" insalubre, produzindo metano - um potente gás de efeito estufa.
As coisas que jogamos fora também podem formar um depósito de lixo tão tóxico, que nada apodreça na verdade. Cientistas colheram amostras de um grande aterro que servia à cidade de Nova York em 1988 e descobriram alfaces de seis anos de idade que ainda estavam verdes, assim como um cachorro-quente - com o pão - que permaneceu intacto por 16 anos!
Em contraste, uma caixa de compostagem bem cuidada está cheia de vida, pois bactérias e outros organismos saudáveis trabalham para transformar praticamente todo material orgânico em uma iguaria nutritiva para seu jardim.
Primeiro passo - o recipiente
Embora você possa empilhar as coisas num monturo, manter seu composto num recipiente é mais fácil e menos atraente para pragas. Você pode improvisar uma caixa para compostagem simples, com tampa, ou comprar uma numa loja de jardinagem.
Se optar por um monturo tradicional, mantenha-o coberto com um pedaço de tapete velho, para que o composto não seque com o tempo quente.
Ingredientes para uma dieta balanceada
O melhor composto é obtido alimentando sua caixa com uma dieta balanceada, que contenha uma mistura de materiais firmes e de decomposição lenta e outros mais moles, como restos de comida e "ativadores". Sozinhos, os ingredientes ativadores apodrecem logo, tornando-se viscosos, mas numa mistura balanceada eles ajudam o resto a se decompor mais rapidamente.
O que colocar na sua caixa de compostagem:
Ativadores, para estimular o processo
Grama cortada
Ervas daninhas
Estrume (de animais herbívoros)
Alimentos moles, para uma mistura nutritiva
Cascas de legumes e frutas
Saquinhos de chá
Borra de café
Poeira do aspirador
Forração de gaiola
Flores murchas
Material firme para dar corpo
Restos de poda de cerca viva
Cascas de ovo
Palha
Papelão
Folhas mortas
Ingredientes a evitar
Alguns itens podem estimular o desenvolvimento de bactérias insalubres e pragas, ou ser tóxicos para o restante da mistura, por isso é melhor evitá-los.
Alguns deles são:
Carne ou peixe e comida cozida
Jornais e revistas em grande quantidade
Dejetos de gatos ou cães e fraldas
Como encher a caixa de compostagem e cuidar dela
Sempre comece com uma camada de galhos e papelão, para que o fundo fique arejado. O composto todo precisa de ar e microrganismos para se decompor adequadamente. Assim, intercalar ingredientes moles com materiais fibrosos e rijos em toda a pilha ajuda a criar canais para que esses elementos possam alcançar o centro.
Uma boa idéia é manter algumas folhas e restos de poda da cerca viva perto da caixa e acrescentar uma camada deles sempre que colocar materiais moles e ativadores. Imagine que você está fazendo uma grande lasanha ecológica, e estará no caminho certo.
O processo de compostagem vai levar meses, embora você possa achar materiais utilizáveis no fundo da caixa bem rapidamente. Quanto mais você cuidar de seu composto, mais rápido vai obter resultados.
Para acelerar o processo, vire o composto com um ancinho de jardinagem a cada poucas semanas para arejar e estimular os bons microrganismos a continuar trabalhando.
Se você tiver acrescentado muitos ingredientes secos, vai precisar regar o composto de vez em quando para mantê-lo úmido.
Não coloque montes de grama cortada sem misturar com outros ingredientes. Como alternativa, use um pouco da grama para ajudar a ativar a terra vegetal.
Uma composteira bem elaborada pode esquentar bastante. Esse é o sinal de um composto realmente saudável. O calor ajuda até a matar alguma doença vegetal que possa ter vindo com os restos de plantas.
Pique caules grossos e duros antes de acrescentá-los ao composto, a não ser que queira usá-los para melhorar a estrutura.
A urina é cheia de substâncias químicas ativadoras úteis, e pequenas quantidades podem acelerar a compostagem.
Quando está pronto
Descobrir quando o composto está pronto não é uma ciência exata. Pode levar dois meses ou mais de um ano para que o material se decomponha.
De modo geral, o composto está pronto para o uso quando parecer útil. Um dia, ao virar o composto, você verá material marrom-escuro perto do fundo. Recolha essa matéria escura e terrosa e use-a. Depois, misture o restante e deixe que continue a se decompor. Devolva os pedaços reconhecíveis à mistura - eles acabarão desaparecendo.
Use seu composto por todo o jardim para melhorar o solo ou para encher vasos ou jardineiras antes de semeá-los.
E os ratos?
Se houver ratos em sua região, eles poderão aparecer para dar uma espiada em sua composteira, mas fazer um composto não deve aumentar o número dos que estariam por ali de qualquer modo. Para desestimulá-los, evite colocar produtos de carne no composto e use uma caixa com tampa ou cerque o monte com uma tela de arame.
Faça terra vegetal
A terra vegetal é um tipo simples de composto feito de folhas caídas total ou parcialmente decompostas e outras fibras vegetais misturadas com terra. É incrivelmente útil no jardim: use-a para melhorar o solo, para misturar ao composto em vasos ou como húmus, para ajudar a reter a água. Ela também é muito fácil de fazer, e praticamente não precisa de cuidados. Quase todo tipo de folha caída serve, embora algumas delas levem mais tempo que outras.
O resultado se chama leafmould, em inglês (literalmente, "bolor de folha"), porque as folhas se decompõem mais por ação de fungos do que das bactérias, que fazem a maior parte do trabalho numa composteira. O processo todo pode demorar mais de dois anos, embora você possa acelerá-lo se picar antes as folhas.
Como fazer terra vegetal
1. Recolha folhas caídas (não de árvores perenes e tampouco as que ficam embaixo das cercas vivas, onde dão abrigo à vida selvagem).
2. Misture com um pouco de grama cortada.
3. Ponha num recipiente (uma caixa ou um saco plástico com furos).
4. Deixe sem mexer por até dois anos.
Terras vegetais jovens (de 1 a 2 anos) podem ser usadas como húmus. A terra vegetal adequadamente decomposta pode ser usada em qualquer lugar do jardim ou misturada com composto (ou mesmo sozinha) em sementeiras.
Com informações da Folha Online
Manter um jardim às vezes parece ser algo caro e que demanda muito tempo. Dedicação sempre é necessário, mas os outros não são pré-requisitos. Tampouco é necessário ser um jardineiro profissional, ou contratar um, para ter o seu próprio recanto verde.
O livro "Como Manter uma Casa e um Jardim Mais Ecológicos", da coleção "50 Formas Inteligente de Preservar o Planeta", traz dicas e informações de como cultivar um jardim de forma ecologicamente correta. Pode ser de forma sustentável, fazendo uma plantação para colher o próprio alimento, ou reutilizando os restos que iriam para o lixo.
Todas as ideias contidas no livro podem ser feitas com materiais encontrados em casa, e muitas vezes sem uso, ou mudanças de hábitos que fazem a diferença. Veja abaixo como reutilizar os restos para adubar o jardim e fazer compostagem para livrar-se dos resíduos do lixo:
Use os restos para alimentar o jardim. Conheça ideias para cuidar da casa e do jardim de forma ecológica
Muitas coisas que jogamos na lata de lixo poderiam ganhar vida nova no jardim.
A maioria dos restos de comida, além de materiais como papelão, podem ser usados em compostagem para melhorar seu solo. E, se você cultiva seus próprios vegetais, pode manter o ciclo em funcionamento devolvendo as cascas ao seu monte de compostagem depois.
Muitos itens domésticos podem ser usados no jardim depois que alcançarem o fim da vida útil em casa. Uma amiga minha usa uma antiga estante de livros como suporte para o pé de morango e dispôs no chão pratos e xícaras quebrados para criar um caminho em volta de sua horta. Junto com uma grande variedade de vasos improvisados (como uma grande sacola de mercado plantada com abobrinhas), esses detalhes dão ao jardim um estilo único e um charme todo particular.
Compostagem
A cada dia mais pessoas estão pegando a febre da compostagem, e a quantidade de resíduos que passam por esse processo no Reino Unido aumentou 35% entre 2004 e 2005. Isso acontece porque ela é uma das atividades ecológicas mais fáceis e gratificantes. Realiza-se um tremendo aproveitamento de lixo, que tem como resultado um produto útil, com um gasto muito pequeno de tempo e esforço. Além das vantagens pessoais de um cesto de lixo com menos cheiro na cozinha e um solo melhor, os benefícios da compostagem para o meio ambiente são enormes.
Você pode pensar que os mesmos processos que ocorrem em sua caixa de compostagem acontecem num depósito de lixo. Mas os aterros não oferecem as condições corretas para a decomposição saudável e oxigenada dos restos orgânicos. Em vez disso, estimulam a deterioração "anaeróbica" insalubre, produzindo metano - um potente gás de efeito estufa.
As coisas que jogamos fora também podem formar um depósito de lixo tão tóxico, que nada apodreça na verdade. Cientistas colheram amostras de um grande aterro que servia à cidade de Nova York em 1988 e descobriram alfaces de seis anos de idade que ainda estavam verdes, assim como um cachorro-quente - com o pão - que permaneceu intacto por 16 anos!
Em contraste, uma caixa de compostagem bem cuidada está cheia de vida, pois bactérias e outros organismos saudáveis trabalham para transformar praticamente todo material orgânico em uma iguaria nutritiva para seu jardim.
Primeiro passo - o recipiente
Embora você possa empilhar as coisas num monturo, manter seu composto num recipiente é mais fácil e menos atraente para pragas. Você pode improvisar uma caixa para compostagem simples, com tampa, ou comprar uma numa loja de jardinagem.
Se optar por um monturo tradicional, mantenha-o coberto com um pedaço de tapete velho, para que o composto não seque com o tempo quente.
Ingredientes para uma dieta balanceada
O melhor composto é obtido alimentando sua caixa com uma dieta balanceada, que contenha uma mistura de materiais firmes e de decomposição lenta e outros mais moles, como restos de comida e "ativadores". Sozinhos, os ingredientes ativadores apodrecem logo, tornando-se viscosos, mas numa mistura balanceada eles ajudam o resto a se decompor mais rapidamente.
O que colocar na sua caixa de compostagem:
Ativadores, para estimular o processo
Grama cortada
Ervas daninhas
Estrume (de animais herbívoros)
Alimentos moles, para uma mistura nutritiva
Cascas de legumes e frutas
Saquinhos de chá
Borra de café
Poeira do aspirador
Forração de gaiola
Flores murchas
Material firme para dar corpo
Restos de poda de cerca viva
Cascas de ovo
Palha
Papelão
Folhas mortas
Ingredientes a evitar
Alguns itens podem estimular o desenvolvimento de bactérias insalubres e pragas, ou ser tóxicos para o restante da mistura, por isso é melhor evitá-los.
Alguns deles são:
Carne ou peixe e comida cozida
Jornais e revistas em grande quantidade
Dejetos de gatos ou cães e fraldas
Como encher a caixa de compostagem e cuidar dela
Sempre comece com uma camada de galhos e papelão, para que o fundo fique arejado. O composto todo precisa de ar e microrganismos para se decompor adequadamente. Assim, intercalar ingredientes moles com materiais fibrosos e rijos em toda a pilha ajuda a criar canais para que esses elementos possam alcançar o centro.
Uma boa idéia é manter algumas folhas e restos de poda da cerca viva perto da caixa e acrescentar uma camada deles sempre que colocar materiais moles e ativadores. Imagine que você está fazendo uma grande lasanha ecológica, e estará no caminho certo.
O processo de compostagem vai levar meses, embora você possa achar materiais utilizáveis no fundo da caixa bem rapidamente. Quanto mais você cuidar de seu composto, mais rápido vai obter resultados.
Para acelerar o processo, vire o composto com um ancinho de jardinagem a cada poucas semanas para arejar e estimular os bons microrganismos a continuar trabalhando.
Se você tiver acrescentado muitos ingredientes secos, vai precisar regar o composto de vez em quando para mantê-lo úmido.
Não coloque montes de grama cortada sem misturar com outros ingredientes. Como alternativa, use um pouco da grama para ajudar a ativar a terra vegetal.
Uma composteira bem elaborada pode esquentar bastante. Esse é o sinal de um composto realmente saudável. O calor ajuda até a matar alguma doença vegetal que possa ter vindo com os restos de plantas.
Pique caules grossos e duros antes de acrescentá-los ao composto, a não ser que queira usá-los para melhorar a estrutura.
A urina é cheia de substâncias químicas ativadoras úteis, e pequenas quantidades podem acelerar a compostagem.
Quando está pronto
Descobrir quando o composto está pronto não é uma ciência exata. Pode levar dois meses ou mais de um ano para que o material se decomponha.
De modo geral, o composto está pronto para o uso quando parecer útil. Um dia, ao virar o composto, você verá material marrom-escuro perto do fundo. Recolha essa matéria escura e terrosa e use-a. Depois, misture o restante e deixe que continue a se decompor. Devolva os pedaços reconhecíveis à mistura - eles acabarão desaparecendo.
Use seu composto por todo o jardim para melhorar o solo ou para encher vasos ou jardineiras antes de semeá-los.
E os ratos?
Se houver ratos em sua região, eles poderão aparecer para dar uma espiada em sua composteira, mas fazer um composto não deve aumentar o número dos que estariam por ali de qualquer modo. Para desestimulá-los, evite colocar produtos de carne no composto e use uma caixa com tampa ou cerque o monte com uma tela de arame.
Faça terra vegetal
A terra vegetal é um tipo simples de composto feito de folhas caídas total ou parcialmente decompostas e outras fibras vegetais misturadas com terra. É incrivelmente útil no jardim: use-a para melhorar o solo, para misturar ao composto em vasos ou como húmus, para ajudar a reter a água. Ela também é muito fácil de fazer, e praticamente não precisa de cuidados. Quase todo tipo de folha caída serve, embora algumas delas levem mais tempo que outras.
O resultado se chama leafmould, em inglês (literalmente, "bolor de folha"), porque as folhas se decompõem mais por ação de fungos do que das bactérias, que fazem a maior parte do trabalho numa composteira. O processo todo pode demorar mais de dois anos, embora você possa acelerá-lo se picar antes as folhas.
Como fazer terra vegetal
1. Recolha folhas caídas (não de árvores perenes e tampouco as que ficam embaixo das cercas vivas, onde dão abrigo à vida selvagem).
2. Misture com um pouco de grama cortada.
3. Ponha num recipiente (uma caixa ou um saco plástico com furos).
4. Deixe sem mexer por até dois anos.
Terras vegetais jovens (de 1 a 2 anos) podem ser usadas como húmus. A terra vegetal adequadamente decomposta pode ser usada em qualquer lugar do jardim ou misturada com composto (ou mesmo sozinha) em sementeiras.
Com informações da Folha Online
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